O SENADOR, JOSÉ PIMENTEL (PT), PARTICIPOU NA SEXTA-FEIRA (26), DA SESSÃO ORDINÁRIA, NA CÂMARA MUNICIPAL DE CANINDÉ-CE

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O senador do estado do Ceará – CE, José Pimentel (PT), esteve nesta sexta feira (26) de Maio, na Câmara Municipal de Canindé, e retratou sobre a conjuntura política Nacional. Segundo o Senador, o País vivencia uma das maiores crises políticas e econômica de sua história. “As medidas desastrosas do governo Temer (PMDB), são, sobretudo, as causas principais para o agravamento da crise”, destacou Pimentel.

De acordo com o senador, após a entrada do novo governo, muitos projetos sociais, considerados indispensáveis para a saúde e bem estar social, foram interrompidos, como é o caso do programa MAIS MÉDICOS para atender aos mais pobres. Isso porque as novas regras de investimento social previstos e disponibilizados pelo governo tornam-se esses projetos inviáveis financeiramente. O mesmo ainda citou que no ano de 2014 foram trazidos 18 mil médicos e 15 mil engenheiros do exterior, uma vez que a economia estava bastante “aquecida” e a mão de obra brasileira não estava mais dando conta.

Em relação a previdência social, o senador relatou que só no ano de 2016 foi enviado 182 milhões de recursos de aposentadoria para o município de Canindé. “Hoje ter o pagamento do aposentado garantido é sinal de que a economia continua girando, porque esse recurso retorna para o comércio através da aquisição de alimentos e mantimentos básicos do dia-a-dia. Portanto, não admitimos que esse governo ilegítimo possa elevar o tempo de aposentadoria do trabalhador(a) rural e forçar uma contribuição em tempos prováveis de seca”, completou o Senador.

Mesmo após as mudanças do governo em relação as medidas, forçada principalmente por pressão popular, as regras ainda continuam desastrosas, uma vez que o tempo de contribuição para a aposentadoria, hoje de 25 anos, passa a ser de 40 anos, ou seja, 15 anos a mais caso o funcionário público deseje aposentadoria integral.

E quanto a aposentadoria do trabalhador rural, com as alterações, o tempo mínimo de contribuição passa a ser de 15 anos, isso sem levar em consideração os tempos árduos de seca, que impossibilitariam o trabalhador de contribuir mensalmente com um valor em torno de 80 e 90 reais, que é previsto pelo governo de Temer.

Fonte: Setor de Tecnologia da informação da câmara de Canindé.