Em sua sessão ordinária, a Câmara de Canindé aborda assuntos bastante relevantes no cenário atual da cidade

Compartilhe esta postagem:

A sessão desta sexta feira de abril (05) foi marcada por assuntos bastante polêmicos que vêm sendo discutidos de forma generalizado na cidade de Canindé. A primeira pauta foi destacada à audiência impulsionada pelo vereador, Junior Castelo, na terça feira (02), que tratou sobre a proliferação do mosquito Aedes Aegypti na zona urbana de Canindé, que é um vetor da Dengue, Febre Chikungunya e Zika Virus. De forma unanime, os parlamentares solicitaram da administração atual, uma maior força tarefa de profissionais para combaterem o mosquito.

A segunda pauta foi em relação a situação dramática que vivencia o hospital regional de Canindé, que recentemente, sob uma recomendação da receita federal teve suas contas bloqueadas e seus recursos confiscados.  Com essa ação da Receita Federal, o já Hospital Regional São Francisco, que vinha enfrentando sérias dificuldades financeiras, agora pode até fechar as portas.

Segundo o parlamentar, Sloan Bezerra (PT), não adianta ficarem clamando por doações ou por investimentos imediatos, uma vez que o problema não se resolverá e, em poucos meses, o hospital estará novamente passando por essa crise. O vereador torna a reafirmar a urgência do hospital ser gerenciado e mantido pelo governo do estado, como solução ideal e permanente.

Ainda sobre a sessão desta sexta, vale destacar a fala do vereador, Ilomar Vasconcelos (PT), que retratou novamente sobre a greve do dia 28, que reivindicavam medidas políticas e econômicas que o governo pretende aprovar através do congresso. “Nós não podemos ficar parados diante dessa situação que assola no nosso país. Temos sim, que ir as ruas, independentemente de partido A ou B, porque o cenário é de retirada de direitos conquistados com muita luta do povo trabalhador”, afirma o vereador.

Para completar a sessão, porém não menos importante, os vereadores abordaram sobre o alto índice de desemprego em Canindé. Como solução paliativa para a causa, os parlamentares apontaram que as fábricas tornam-se uma saída emergente para essa crise. Entretanto ainda não há proposta convincente por parte dos empresários, que garante a empregabilidade desejada.

Fonte: Setor de Tecnologia da informação da câmara de Canindé.